O Marketing do Futuro é Baseado em [CONTEÚDO]

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O Marketing de Conteúdo [do Futuro] Exigirá um Novo Profissional…

Vou Te Dizer [e DESENHAR] Como Ele É, Agora!
Let’s go

 

Em um único artigo não temos espaço para falar de [TUDO] o que será (ou já é?) exigido como qualidade de um profissional de marketing de sucesso. Mas podemos identificar, sim, digamos, 5 áreas bem definidas:
1. Marketing de Conteúdo
2. Inbound Marketing
3. SEO
4. Anúncios (ads) – para impulsionar conteúdo
5. Retargeting ou remarketing – isso é uma guerra parental entre marcas de peso, Google e Facebook


Sintonizando o Cenário Atual do Marketing de Conteúdo…
Educar vs Vender!

O cenário do marketing digital no Brasil está cada vez mais maduro e a prova disso é que o fato de que o mundo digital já faz parte do dia a dia de pessoas e empresas. Ações de comunicação e marketing integradas entre os mundos offline e online dão um panorama do futuro: foco em objetivos e soluções, e não em tecnologias.

Há até bem pouco tempo atrás, as tecnologias eram vistas como um fim, e não como um meio para chegar a uma solução. Isso significa que a tecnologia simplesmente não resolve nada se não for utilizada com fundamento e objetivo. É mais ou menos como ter um isqueiro e não saber utilizá-lo: você não vai conseguir acender o fogo. No way!

O mundo do marketing mudou porque o consumidor mudou, e não o contrário. Hoje não falamos mais tanto em desenvolvimento digital como a solução para todos os problemas, mas como uma forma nova de atrair e relacionar-se com os consumidores (já veremos isso na parte de Inbound Marketing).

A complexidade crescente de um ambiente que se transforma o tempo todo exige – agora – do “profissional de marketing do futuro” uma atualização e capacitação constantes. E isso inclui o conhecimento de ferramentas pertinentes ao marketing digital.

Não dá para elaborar uma estratégia de marketing de conteúdo, por exemplo, sem saber o mínimo sobre o uso da plataforma em que o blog está hospedado. Também não dá para medir o sucesso de uma campanha de e-mail marketing se você não sabe mexer na ferramenta que dispara as mensagens.

DES-sintonizando Coisas LITERALMENTE Opostas

O MARKETING TRADICIONAL vs O NOVO MARKETING DIGITAL
O comportamento do consumidor mudou muito na última década e o marketing teve de acompanhar esta transformação. O fato de termos muita informação disponível e pouco tempo para absorver tudo o que está ao seu redor modificou bastante as premissas do marketing, assim como o empoderamento de um consumidor antes passivo, mas que agora busca informações sobre marcas e produtos na internet antes de comprá-los.

Marketing tradicional

O problema desse modelo – o marketing tradicional – é que, ao invés de despertar a atenção do consumidor, ele interrompe os clientes de várias maneiras. E quando consegue captar a atenção, é por um período muito curto de tempo. E ninguém mais quer ser interrompido para receber propaganda pura! [comente ali embaixo abaixo o que VOCÊ acha disso]

O velho marketing empurra produtos e serviços para os clientes, que por sua vez não estão mais propensos a verem essa ação com bons olhos. Além de prender a atenção por um período muito breve, sem chance de oferecer algo de valor, tende a ser caro. O marketing tradicional ainda utiliza meios tradicionais, como outdoor, revistas, jornal, rádio, TV. Essas plataformas são caras e não cabem no orçamento de todas as empresas.

Em suma, embora vários fundamentos do marketing tradicional se apliquem ao digital, o modo de atingir o público é bem diferente.

Marketing digital

O novo marketing é uma evolução do tradicional e utiliza táticas para ganhar o interesse dos consumidores em vez de “comprá-lo”. Entrega informações relevantes por meio de artigos em blogs, podcasts, guias para download, e-books, infográficos, vídeos, etc. Esse modelo ajuda a gerar valor para os clientes, criando uma relação mais próxima entre marca e consumidor – o que de longe reforça em 1 tonelada o BRANDING!

Outra vantagem é que o novo marketing digital educa clientes, mesmo que ainda não estejam preparados, para que cheguem ao estágio de decisão e compra no futuro. Além disso, cria reciprocidade entre os clientes que podem optar por uma marca devido a um sentimento de gratidão, já que recebeu conteúdo de graça.

Para propagar um conteúdo, o novo marketing permite o uso de diversos formatos multimídia, muito mais baratos que os tradicionais. E o melhor de tudo: é possível medir os resultados das ações. Esses processo de educação e medição são ajudados por áreas como o Marketing de Conteúdo e o Inbound Marketing, que serão os primeiros que abordaremos agora com relação às 5 (tem mais que isso, acredite) habilidades do profissional de marketing de alta performance.

Let’s go Again?


1) MARKETING DE CONTEÚDO

O marketing de conteúdo é uma abordagem focada na criação e distribuição de conteúdo relevante e consistente para atrair e reter o público-alvo de uma empresa. Além disso, pode ser utilizado para influenciar a decisão de compra. O conteúdo distribuído pode ainda mudar ou melhorar o comportamento do consumidor, em um processo contínuo. O marketing de conteúdo apresenta características bem específicas.

Qual o papel das redes sociais no processo de marketing de conteúdo?
No marketing de conteúdo, as mídias sociais são apenas canais de distribuição, ou seja, um meio e não um fim. Mais do que um canal de relacionamento, essas plataformas sociais servem como um meio para propagar conteúdo. Claro que da interação podem surgir perguntas, reclamações e sugestões dos usuários. E é aí que deve começar o relacionamento com vistas ao engajamento.

Faça assim, dessa forma, tenha fé, vai dar certo! Vai sim porque esse é o [MODELO] de um [MÉTODO] testado, re-testado e comprovado desde antes que alguém tivesse a geniosa ideia de vender qualquer coisa – sim, o objetivo do marketing de conteúdo, ao fim das contas, é VENDA. Até porque “Conteúdo sem conversão é meramente conteúdo gratuito“, segundo Rafael Rez Oliveira.

Outra coisa que baliza esse método, que o valida, é o conceito de reciprocidade (um antigo gatilho mental). Trocando em miúdos: conteúdo ofertado “gratuitamente” (prefiro usar o termo “genuinamente”) aos leitores gera nesses um forte sentimento de dívida, de ter de retribuir – leia As Armas da Persuasão, de Robert Cialdini. (conheça o livro aqui nesse link da Livraria Saraiva)

Dá pra converter prospects (desconhecidos) em leads (possíveis clientes) apenas com artigos em sites ou blogs?
[essa dúvida mata um oceano de pessoas todos os meses, rs… não passe por isso; leia com atenção]

Uma estratégia de marketing de conteúdo não pode se restringir a posts em blogs. É preciso a criação de materiais ricos para captar leads. Esses materiais podem ser e-books, white papers, planilhas, infográficos, webinars, entre outros conteúdos.

O importante é colocá-los dentro de uma landing page, que é uma página na internet com um formulário para capturar o email do visitante. Ao preencher os dados, o usuário vira um lead e tem acesso ao download do conteúdo e sua empresa capta essas informações (emails) para o banco de dados. E, ao longo do tempo, esses emails vão sendo nutridos e relacionados por uma ferramenta do tipo autoresponder – uma espécie de “evolução do email marketing”… Um bom autoresponder que estudei muito antes de adquirir foi o Lead Lovers (isso é um link de afiliado ok?), do amigo Diego Carmona.

Quais os passos para começar um negócio baseado em marketing de conteúdo?
A base de qualquer projeto é a estratégia. Para que o marketing de conteúdo dê resultados concretos, sua empresa precisa saber quem é seu público-alvo e como ele se comporta, deve determinar objetivos, identificar os temas dos conteúdos que serão produzidos, pesquisar palavras-chave e, finalmente, começar a produzir o conteúdo.

Estudo da persona ou avatar – defina para quem vai ofertar…
Delimitar quem é o seu público de leitores é essencial para alinhar o tom e os temas dos conteúdos. Para isso, é preciso criar personas, que são personagens semi-fictícios que representam o cliente da sua empresa. Assim, toda a estratégia fica mais assertiva, já que você sabe exatamente quem quer atingir com o conteúdo.

Não esqueça de definir objetivos!
Defina os objetivos da estratégia de conteúdo. O que exatamente sua empresa busca com a distribuição de conteúdo? Quantos leads precisa gerar para que a estratégia não se torne um peso morto para o orçamento de marketing? De que forma a equipe pretende atingir esses objetivos? Quais são as metas? Qual o período máximo para que os primeiros resultados apareçam?

Perguntas como essa irão nortear as ações e ajudar o gestor a tomar melhores decisões

É necessário também um “calendário de publicação de conteúdo”
Uma estratégia que contemple a atração de uma audiência qualificada e fiel passa, necessariamente, por um costume que você precisa adquirir: postar conteúdo rotineiramente.

É preciso criar uma sequência estratégica de assuntos abordados que considere as etapas do funil de vendas e manter a frequência. Para isso (quantas vezes postar por semana ou por mês) não há um consenso no meio digital – nem no seio acadêmico das faculdades, mas indico, pelo que vejo e para começar e inflar sua “base inicial” de conteúdo, cerca de 3 postagens semanais. Divida isso entre os materiais que você pensa em produzir: artigos, vídeos, podcasts, seminários, etc. Nesse momento, eu garanto, você vai sentir um desejo infinitamente louco de ter em mãos um calendário de conteúdo – pode acreditar, eu já fiz esse teste pra vc!

Ferramentas usadas (apenas algumas ok?)
Para fazer marketing de conteúdo, é possível usar algumas ferramentas que facilitam a organização e a gestão. Seja para agendar publicações, seja para gerenciar todo o processo ou monitorar métricas, existem plataformas específicas para este fim, que apresentam entre as principais funcionalidades:
Análise de conteúdo para o seu site:
http://analise.rockcontent.com/

Gestão de tarefas e planilhas:
http://trello.com

Gerador de ideias de conteúdo:
http://www.contentforest.com/ideator
http://www.hubspot.com/blog-topic-generator

Criador de personas:
http://www.makemypersona.com/

Certificação em marketing de conteúdo:
http://curso.marketingdeconteudo.com/signin

Os conteúdos mais compartilhados na internet (tendências):
http://buzzsumo.com/

Outras ferramentas (mais completo ainda – dos amigos Rafael Rez e Alex Moraes):
http://www.marketingdeconteudo.com.br/marketing-de-conteudo/guia-completo-de-ferramentas-de-marketing-de-conteudo/


2) INBOUND MARKETING

Inbound marketing é um conjunto de práticas que visam ganhar o interesse de um público específico em vez de comprá-lo. Assim, por meio de conteúdo relevante (lembra do marketing de conteúdo?), a empresa tenta estabelecer uma conexão com as pessoas de forma direta e criar um relacionamento duradouro. Também chamado de marketing de entrada ou de atração. O modelo atrai o público, ao invés de interrompê-lo.

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“O novo marketing é mais sobre encontrar soluções para os clientes e educá-los do que simplesmente captar clientes à força. Por seu conceito ser parecido com o de marketing de conteúdo, muita gente ainda confunde os dois. Por isso, é preciso frisar que o marketing de conteúdo é uma estratégia sinérgica ao marketing de atração, um complementa o outro!”
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Um exemplo comum é quando a empresa oferece ao leitor um assunto relevante em troca de dados de contato. Caso tenha interesse em mais conteúdo, o usuário continua baixando materiais. E você monitora isso. Depois de algum tempo, a equipe de vendas pode entrar em contato perguntando se o cliente tem interesse em testar uma versão gratuita de um software por exemplo, situação bem diferente das cold calls, que são invasivas. Assim, os clientes acabam sendo atraídos pelo que a marca desenvolve e divulga.

Como iniciar no inbound marketing?
A estratégia de inbound marketing é geralmente dividida em 4 etapas, segundo a Hubspot, criadora da metodologia. Todos esses estágios têm um papel fundamental para que os resultados sejam positivos. Isso significa que são interdependentes. De nada adianta atrair tráfego se sua empresa não conseguir transformar parte desses usuários em leads. E para que leads se nunca se convertem em vendas?

Para uma estratégia de inbound marketing eficaz, sua empresa precisará:
1. Atrair tráfego:
Oferecendo conteúdo atualizado e de qualidade para visitantes;
2. Converter os visitantes em leads:
Ddisponibilizando soluções e educação a respeito de assuntos afins aos prospects;
3. Transformar leads em vendas:
Fornecendo informações claras sobre produtos e seu retorno para os clientes;
4. Encantar seus clientes:
Para transformar um cliente em um divulgador da marca, é preciso tempo, paciência e bastante cuidado. Depois que isso acontece, você ganha um advogado da sua marca. E o melhor: sem pagar nada por isso.

PS: acrescento mais 1 passo ok?
#05. Analisar e mensurar:
Não adianta se basear em resultados subjetivos, é preciso basear ações e reações em métricas concretas.

#03 ferramentas para inbound marketing
Para que a estratégia de inbound marketing saia do papel e tenha sucesso é possível contar com o apoio de algumas ferramentas.

1) RD Station – essa é do tipo completa!
O RD faz algo fundamental do processo de vendas: a automação de marketing. Ao usar o RD Station você provavelmente irá aposentar alguns aplicativos que utiliza separadamente. O software integra as seguintes funcionalidades em um único lugar: automação de marketing, nutrição de leads, landing pages, geração de leads, e-mail marketing, otimização para buscadores (SEO), mídias sociais, gestão de contatos, lead scoring, análise e planejamento.

2) WordPress (cria ele é possível criar um site espetacular em menos de 24h – saiba como)
O WordPress é o Sistema de Gerenciamento de Conteúdo (CMS) web mais personalizáveis e fáceis de utilizar. Com ele, você pode montar, monitorar e arquivar seu website e blog facilmente. A plataforma permite instalar plugins que tornam o seu blog único, atual e facilmente encontrável no Google, o que traduzimos imediatamente como: VENDA certa, pois seu site será visto nas buscas do Google. Desde, claro, que você faça ao menos o be-a-bá do SEO.

3) Lead Lovers
É via e-mail marketing que você nutre seus leads com conteúdos mais especializados e direcionados. Isso significa que você precisa de uma plataforma que permita conduzir sua base de leads pelo funil de vendas até que se tornem clientes. O Lead Lovers é uma ótima ferramenta para gerir contatos, enviar e-mails e mensurar.

Conheça abaixo o Lead Lovers (a ferramenta TUDO em UM que vai deixar você livre para pensar em negócios, não em ferramentas; ela faz tudo por você!):

 

Não se preocupe com ferramentas, faça o que sabe melhor: cuide de SEU negócio!

 

3) SEO
Bem, eu deixaria o Rafa Torres te ensinar, DEFINITIVAMENTE, o que é SEO. Afinal é ele quem tira minhas dúvidas nesse assunto, depois de eu ter assistido uma palestra dele sobre isso em uma faculdade aqui no RJ…

Mas vamos lá, vou te dar uma mão inicial! Let’s go pela terceira vez!

O SEO (Search Engine Optimization) é um conjunto de técnicas utilizadas para tornar os sites mais amigáveis e otimizados na visão dos motores de busca (acho que estou falando do Google ok?), ou seja, para deixar seu site nas primeiras posições dos resultados de busca.

O SEO é utilizado para melhorar o posicionamento em buscas orgânicas, aquelas que seu site aparece sem pagar nada por isso). Mas é bom lembrar que pouco (ou nada) adianta uma estratégia de SEO sem conteúdo relevante e recorrente. Lembre-se que acima dos motores de busca está o interesse das pessoas pelo seu conteúdo. Produza pensando também no leitor, e não apenas em “obedecer” as regras dos algoritmos dos buscadores (o Google, sobretudo).

Como iniciar os trabalhos em SEO?
O SEO pode ser dividido em duas partes: fatores internos e fatores externos. Os internos são relacionados ao site em si, como URLs claras, utilização dos padrões web, títulos de página racionais e a utilização das tags HTML corretas. Ou seja, é melhor começar ajeitando a casa por dentro para depois pensar em fatores externos, que representam como os outros sites se relacionam com o seu. Em outras palavras, a quantidade de links apontando para o site, quais sites e o conteúdo do link apontado.

O Google utiliza esses fatores para pontuar páginas e determinar a relevância de cada uma, ranqueando as que atingirem a maior pontuação nas primeiras posições. Isso significa que para iniciar uma estratégia de SEO é preciso atentar não somente para o uso das palavras-chave corretas no texto, mas para a estrutura do seu site e do relacionamento com outras páginas da web.

Ferramentas para fazer SEO
Algumas ferramentas que podem ajudar na estratégia de SEO da sua empresa:
North Cutt
Diversas ferramentas para links (análises, backlinks, popularidade, noFollow, links recíprocos), palavras-chave (volume de busca, densidade, extrair, sugerir, domínios, posicionamento), autoridade de páginas e domínios, análise de ranqueamento, códigos-fonte, etc…

https://northcutt.com/tools/free-seo-tools/
Sem Rush
O software permite ver melhores palavras-chave dos concorrentes, descobrir novos concorrentes nas buscas orgânicas e observar mudanças de posição das suas páginas.
http://www.semrush.com/
Moz

A ferramenta permite examinar e analisar métricas de busca e de redes sociais de qualquer site. E o melhor: direto do próprio navegador web.
https://moz.com/

Ferramentas para medir tempo de carregamento do site
a) Page speed insigths:
https://developers.google.com/speed/pagespeed/insights/

b) GT Metrix:
https://gtmetrix.com/

c) Pingdom:
http://tools.pingdom.com/fpt/


4) FAÇA ANÚNCIOS PARA IMPULSIONAR CONTEÚDO
Tanto links orgânicos quanto links patrocinados (chamados ADS) devem levar o usuário a informações interessantes e relevantes que prendam sua atenção e forneçam algo novo. Para isso, empresas utilizam um blog corporativo (feito em WordPress), que permite a publicação de conteúdos de qualidade constantemente, diferente de um site institucional que é estático. O problema é que até sua empresa ganhar autoridade no tema e poder envolver o usuário em um relacionamento, um bom tempo pode se passar.

Depender somente de SEO para distribuir conteúdo e se posicionar bem no Google poderia ser uma boa ideia há alguns anos, quando era raro ouvir falar em inbound marketing. Hoje muitas empresas (inclusive seus concorrentes) estão tentando chamar atenção do público e aparecer primeiro nas buscasÉ nesse momento que sua empresa pode sair na frente e impulsionar o conteúdo com uma ajudinha dos anúncios (ads), que podem ser feitos no Google, Facebook, Bing, UOL ou qualquer outra mídia paga. São os chamados links patrocinados!

Muitas empresas utilizam ads apenas para fazer propaganda de serviços e produtos, mas você pode fazer diferente. No lugar de tentar vender a qualquer custo, por que não educar primeiro? Mesmo que o conteúdo seja disponibilizado na área de links pagos do Google, se o usuário pesquisar uma palavra e encontrar o conteúdo que procura e, além disso, se o conteúdo for informativo, educativo e profissional, ele vai voltar ao seu site. E um dia ele se tornará um cliente! Lembrou do Marketing de Conteúdo certo?

Viu como “as coisas se encaixam” no marketing digital?

 

Os ads mais eficazes são, sem dúvida, Google AdWords e Facebook Ads. Com eles, você pode fazer uma simulação de quanto vai gastar, estipular um orçamento limite, segmentar o anúncio para um público específico, analisar o desempenho da campanha, etc. Comece por aí e, depois, vá escalando…


5) REMARKETING ou RETARGETING
Retargeting é uma estratégia de marketing de busca paga pelo qual os visitantes de um site são identificados e apresentados novamente a uma oferta por meio de banners em outros sites ou mídias sociais.

Estes anúncios podem aparecer no Facebook, Google, Youtube ou qualquer site que faz parte da rede de publicidade em que você participa. Em outras palavras, o redirecionamento é uma forma de atingir públicos específicos, que já demonstraram interesse em seu negócio.

Temos 04 objetivos bem claros em remarketing!
1) Reconectar com as pessoas que saíram do seu site ou até mesmo abandonaram um carrinho.
2) Aumentar o reconhecimento da marca.
3) Incentivar visitas repetidas ao site e aumentar o engajamento.
4) Aumentar a eficácia do seu SEO e táticas de marketing de conteúdo.

E como faço isso?
É preciso pensar em formatos de anúncio que provoquem a vontade de clicar no link e que lembrem o usuário da marca e de que ele visitou aquele site anteriormente. Além disso, é preciso fazer testes A/B com anúncios diferentes e criativos para identificar aquele que apresenta a maior taxa de cliques.

Ademais, utilize os dados disponíveis sobre os usuários para segmentar os anúncios por categoria e para que eles se tornem mais relevantes para os usuários.

Alguns sites que tem soluções prontas para remarketing
Adparlor, Adroll, Criteo, Double Click, Nextperf, QuantCast, Retargeter, SiteScout, Triggit, Vizury…

VAMOS ao RESUMO?
No cenário complexo no qual vivemos, talvez o principal desafio para os novos profissionais de marketing seja unir seus conhecimentos tecnológicos com o foco nos objetivos do negócio.

Não adianta colocar todas as apostas em ferramentas se elas não forem utilizadas de maneira estratégica e coordenada. Sem planejamento e objetivo concreto, as tecnologias adotadas dispersam esforços e desperdiçam recursos em vez de trazer resultados. Isso significa olhar para frente mas sem esquecer dos princípios básicos do marketing, já que seja qual for a tecnologia da vez, sua empresa precisa manter a estratégia nos trilhos.

Mostrei as principais ferramentas utilizadas pelos profissionais do futuro que enxergaram o valor e a importância do inbound marketing unido ao marketing de conteúdo para alavancar resultados efetivos nas empresas. O ideal é conhecer bem o público-alvo para definir as ferramentas utilizadas e as estratégias mais assertivas!

Lembre-se: o marketing deve se adequar às necessidades, expectativas e desejos do consumidor, e não o contrário.


Por hoje é só 😀
Até nosso próximo artigo!

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